Ontem, 15 de abril, foi dia de São Pedro Gonzalez Telmo, conhecido como São Telmo. É o santo do meu nome, o meu patrono, a quem tenho muita devoção. É padroeiro dos marujos, marinheiros, pescadores.
Em Buenos Aires, perto do centro, no Bairro São Telmo, há uma grandiosa e belíssima Igreja dedicada a São Telmo. Eu gostava muito de ir até lá fazer minhas orações, semanalmente, nos anos de 2001 e 2002, que residi na Capital Argentina.
Em Recife, Pernambuco, a primeira igreja construída, nos primeiros anos de sua ocupação, localizava-se onde hoje é a avenida Marquês de Olinda, na altura dos números 11 e 55, seus fundos davam para a rua do Bom Jesus. Tinha à sua frente um largo, que tomava o nome de Corpo Santo. Foi construída, originalmente, à beira da praia, no istmo de areia que mais tarde viria a ser o Bairro do Recife, sendo também chamada de Ermida de Santelmo ou de São Frei Pedro Gonçalves, protetor dos marinheiros e pescadores. Serviu de templo calvinista no tempo dos holandeses, que construíram uma torre que ficava na parte posterior da igreja. Sofreu várias reformas no século XVIII, até que foi totalmente reconstruída ao longo do século XIX, passando de simples capela a uma igreja com as proporções das da Madre de Deus. Sua última feição era em estilo neoclássico, com o frontispício em cantaria de pedra lioz. (conforme email que recebi de Regina Cascão).
Valei-me, São Telmo!



